Não apague meu fogo, acenda o seu!
Capítulo 16
MABEL's POV
Maldita pessoa que tocou a campainha! Não tem noção de quão inconveniente foi ao fazer isso. "Será que ela não se assusta com essa chuva?" Pensei. Foi aí que percebi que não estava mais chovendo. Quando estava no meio do corredor em direção ao quarto de Niall ouvi vários risos masculinos ecoarem pela casa. Aqueles risos eu reconheceria até do além. Pertenciam a Zayn, Liam, Louis e Harry. Fui até mais perto um pouco da escada quando ouvi a conversa deles.
-Sua vez!-Exclamou Zayn da porta animado.
-De...-Niall estava com a voz confusa.
-Noite dos meninos-Disse Harry- Dã-ã
-Puxa, é mesmo! Vocês pretendem dormir aqui?
-Não podemos!- Exclamaram os quatro juntos. Senti um alívio no peito.
-O que eu pretendo agora é mijar.-Disse Louis, e tudo o que ouvi foram os passos corriqueiros até o corredor que dava para o banheiro.
-Meninos, eu acho melhor adiarmos essa noite e...
-Ah não!Nem vem!-Ouvi Harry exclamar.-Eu aluguei aquele pornô que você queria ver! Eu queria o das brasileiras, mas trouxe o das asiáticas só por sua causa.
Precisei cobrir a boca para não rir.
-Você está vermelho Niall?-Perguntou Liam.
-Para ser sincero, os lábios dele estão roxos.-Disse Zayn.- Cara, você tá com AIDS?
-Ele tá é com alguém lá em cima.-Disse Louis voltando do banheiro. Senti como se meus olhos fossem pular de suas órbitas.- A não ser que você use sutiã.-Disse ele rodando meu sutiã preto de bolinha sobre a cabeça.
-Cara, se você quiser podemos ir embora...-Disse Liam parecendo despontado.
-Gente!Não tem ninguém lá em cima. Isso daí é da Camila, que veio aqui e pegou a chuva, eu emprestei meu casaco e uma calça pra ela, mas ela esqueceu isso aí.
O silêncio permaneceu por uns instantes, até que ouvi vozes em afirmação e a bagunça começando lá em baixo. Seria uma longa noite, pra mim.
Cheguei no quarto de Niall e o ar já estava ligado. Coloquei o casaco e me deitei na cama, pensando em tudo o que acabara de acontecer. Fechei meus olhos ao me lembrar dos lábios de Niall sobre os meus. Tudo parecia tão surreal, como se não passasse de um sonho muito confuso. Sentir aquela boca sobre a minha era algo parecido com o que eu sentia quando estava com Justin, mas algo bem diferente ao mesmo tempo. Desde que Justin tinha morrido que eu sentia culpa quando beijava alguém. Com ele não havia sido assim. Eu me sentia suspensa no ar, como se flutuasse sobre plumas. Senti cada toque em mim. e agora sentia meu coração em disparada, como um turbilhão de sentimentos. Não apenas sentimentos antigos como confusão, indecisão ou qualquer outra coisa. Era algo novo, que havia esperado a vida inteira para aparecer.
E não iria embora tão cedo.
NIALL's POV
Quando os meninos chegaram aqui em casa era mais ou menos 00:30. Agora que eles foram embora o relógio marcava 4:40. Logo que fechei a porta deixei toda a bagunça feita lá em baixo e subi correndo para o quarto. Precisava pedir desculpas a Mabel. Porém quando cheguei ela estava dormindo.
A observei por um instante me lembrando de tudo o que havia acontecido. Uma onda de felicidade passou por mim. Dei um sorriso e peguei um cobertor no armário. Desci as escadas e me deitei no sofá. Liguei a TV e comecei a "ver" qualquer coisa na tela, enquanto minha mente voava para um lugar distante daquela sala. Não se passou muito tempo, e a última coisa que passou pela minha mente foi o que aconteceria de agora em diante, antes de pegar no sono.
MABEL's POV
Acordei no dia seguinte esfregando os olhos antes de abri-los. Me espreguicei e me sentei na cama, girando a cabeça. Olhei em volta quando estranhei o que vi, mas aí lembrei que estava na casa de Niall. Quando olhei para o relógio eram 7:10 e ele não estava no quarto. Desci as escadas cuidadosamente quando o vi deitado no sofá, dormindo como se nunca fosse acordar, totalmente imóvel e a única coisa que deixava claro que ele não estava morto e sim dormindo pesadamente era sua respiração sob o cobertor.
Dei um breve sorriso antes de me dirigir para a cozinha e fazer um café. Enquanto a cafeteira fazia o café fui até o banheiro e peguei minhas roupas, botando-as na secadora. Voltei para a cozinha e comecei a tomar café. Demorei um pouco até terminar meu café, já que pensei mais do que comi. Quando olhei novamente para o relógio ele marcava 8:30 e fui pegar minhas roupas para vesti-las. Peguei minha bolsa e já estava na hora de ir. Mas antes de sair pela porta escrevi um bilhete e o pus perto da caneca de café que havia deixado na mesa. Quando passei pelo sofá novamente ele ainda dormia feito pedra, o que significava que o café esfriaria e ele teria que esquentar. Não tem problema, o que conta é a intenção. Dei um beijo em sua testa e ele se mexeu para o lado com um sorriso no rosto, mas não moveu mais nenhum músculo.
Abri a porta e saí com cuidado. Peguei um táxi e fui para casa.
JUSTIN's POV
Tudo o que acabara de acontecer era tão surreal. Uma parte de mim estava feliz por que eu não precisaria fazer nada de acidente. Pensando bem, isso era ridículo. Mas outra parte de mim lamenta por ela estar com alguém que eu julgava um grande amigo. Também, o que mais eu poderia fazer? Estava morto e enterrado, literalmente. Olhava para a nuvem com a mente em outro lugar quando senti uma mão pesar em meu ombro.
-Oi.- Dei um fraco sorriso.
-Você sabe que isso ainda não acabou certo?
-Dio, você tá falando sério? Quer dizer, eu estou começando a ficar deprimido com essa história toda.
-Quem disse que isso seria fácil? Moleza você tinha na Terra. Isso aqui se chama céu e não pudim.
Franzi as sobrancelhas em sinal de como aquilo não fazia o mínimo sentido. Ela bufou antes de dizer:
- O que eu quero dizer é que você PRECISA passar por isso. Vai valer a pena no final, eu prometo.
-Espero que sim.
-Eu tenho uma ideia. Porque você não vai descansar um pouco? Vai dar uma volta, olhar os jardins daqui de cima, sei lá. Se distraia um pouco. Hoje ela sem dúvida não vai precisar de um anjo.
-Me parece um boa ideia.-Disse voltando meus olhos para a nuvem.
-E você precisará se preparar, os próximos meses não serão tão fáceis como esse.
Olhei para ela assustado. Eu sabia que isso aconteceria algum dia. Mabel tinha o dom de se meter em encrenca. Tipo, sempre.
Aceitei a proposta de Dio e fui dar uma volta. Aquele lugar era simplesmente lindo. Enorme. Mabel adoraria isso aqui. Gostaria de que algum dia ela visse um lugar assim, mas enquanto ainda estivesse viva. Me sentei em um banco e observei as coisas que aconteciam aqui. Literalmente tudo o que morria vinha parar aqui. Vi um cachorro brincar com alguém, pular dentro de um arbusto e voltar com um graveto em sua boca. Olhei para o outro lado e vi um passarinho assobiando para o outro. Naquele momento senti uma lágrima rolar por meu rosto.
Naquele momento percebi como me doía não estar vivo.
NIALL's POV
Acordei com a cabeça um pouco doida. Me sentei e procurei meu celular pelo chão. Quando a luz bateu em meu rosto meus olhos doeram até se acostumarem. 10:39 era o que marcava no relógio. Atordoado me levantei e fui até a cozinha. Uma caneca de café em cima da mesa acompanhado de um bilhete dizia:
" Precisava ir pra casa, mas obrigado por ter me ajudado. E quanto ao
que aconteceu ontem, não se preocupe, não conto a ninguém, porque nem mesmo
eu sei o que aconteceu ontem. Me desculpe por qualquer coisa e obrigado. Te amo."
Esse é o problema, eu quero que todos saibam o que houve, não em mínimos detalhes, mas que saibam que nos beijamos, e como me senti. Eu queria que ela me amasse, não como me ama, mas como eu a amo.
Quando dei por mim, já estava com o celular na mão enviando uma mensagem a ela.
" Quer almoçar comigo hoje? Sinto que temos muito o que conversar"
Logo que enviei a mensagem me arrependi. Ela poderia pensar que estava a pressionando. Mas meu coração praticamente parou quando vi a resposta.
" Que horas você me pega?"
Mandei a mensagem dizendo que a buscaria às duas horas já que eu tinha acordado tarde. Ela concordou e senti quando ela puxou assunto. Ficamos trocando mensagens todo o tempo.
MABEL's POV
- Quem é a pessoa com quem você troca tantas mensagens? David não é...
Espero que aquela imagem não esteja tão ridícula quanto estava na minha mente. Ri de mim mesma.
- Não é ninguém sua fofoqueira.
-Onde você dormiu? Sei que não foi com David porque ele ligou hoje cedo pedindo para falar com você.
Senti meu coração dar um pulo. Minhas pernas que estavam cruzadas no braço do sofá agora estavam duras e dobradas enquanto eu me sentava no sofá. O sorriso que estava ali também não estava mais.
- E-ele ligou pra cá?
-Sim, ele é seu ficante, claro que ele liga pra sua casa. Dã-ã
-Ele era meu ficante. Não quero vê-lo nem pintado de ouro.
-Ups!- Franzi a testa com aquilo. Desde pequena quando Camila exclamava um "ups" era porque tinha feito merda.- Então eu não deveria tê-lo deixada subir quando a portaria ligou né...
-Você o que?!
-Foi mal. Eu não sabia.
Fechei os olhos e bufei, tentando arranjar forças para me lembrar que aquilo não era culpa dela.
A campainha tocou logo em seguida e eu olhei para ela com um olhar fuzilante. Abri a porta e voltei para a sala sem nem olhá-lo. Me virei de braços cruzados.
-O que você quer aqui?
-Me desculpa.
Ele disse aquilo calmo de mais. Tão calmo que chegou a me irritar. Fechei os olhos tentando achar forças, forças não, motivos para não voar no pescoço dele e matá-lo. Me virei para Camila, que observava tudo atentamente.
-Camila vai tomar um sorvete ou qualquer coisa.
-To sem dinheiro.
Fui até minha bolsa e tirei 20 euros de lá. Entreguei a ela e ela olhou para mim convencida. Quando vi a porta se fechar pelas costas dela me virei para ele.
-Eu sei que não deveria ter te deixado lá. Mas é que eu me sinto tão mal quando chega o dia da morte delas.- Ele disse nervoso.
-Você voltou para me buscar?-Perguntei calmamente. O silêncio se instalou e não escutei nenhuma resposta. Tudo o que vi foi David de cabeça abaixada.- Acho que nossa conversa está encerrada.
- Espera. Eu gosto de você. Me perdoa, mesmo.
Eu ia dar uma resposta mas meu celular tocou.
-Já vou descer.- Disse ao telefone.
Fui até a porta e a abri deixando claro que não o queria ali.
-Eu tenho um compromisso agora.
Ele veio andando até a porta e parou bem a minha frente.
-Então é assim que acaba?- Ele me questionou.
-Adeus.
Ele saiu e eu bati a porta. Ridículo. A única palavra que o descreve.
Acordei com a cabeça um pouco doida. Me sentei e procurei meu celular pelo chão. Quando a luz bateu em meu rosto meus olhos doeram até se acostumarem. 10:39 era o que marcava no relógio. Atordoado me levantei e fui até a cozinha. Uma caneca de café em cima da mesa acompanhado de um bilhete dizia:
" Precisava ir pra casa, mas obrigado por ter me ajudado. E quanto ao
que aconteceu ontem, não se preocupe, não conto a ninguém, porque nem mesmo
eu sei o que aconteceu ontem. Me desculpe por qualquer coisa e obrigado. Te amo."
Esse é o problema, eu quero que todos saibam o que houve, não em mínimos detalhes, mas que saibam que nos beijamos, e como me senti. Eu queria que ela me amasse, não como me ama, mas como eu a amo.
Quando dei por mim, já estava com o celular na mão enviando uma mensagem a ela.
" Quer almoçar comigo hoje? Sinto que temos muito o que conversar"
Logo que enviei a mensagem me arrependi. Ela poderia pensar que estava a pressionando. Mas meu coração praticamente parou quando vi a resposta.
" Que horas você me pega?"
Mandei a mensagem dizendo que a buscaria às duas horas já que eu tinha acordado tarde. Ela concordou e senti quando ela puxou assunto. Ficamos trocando mensagens todo o tempo.
MABEL's POV
- Quem é a pessoa com quem você troca tantas mensagens? David não é...
Espero que aquela imagem não esteja tão ridícula quanto estava na minha mente. Ri de mim mesma.
- Não é ninguém sua fofoqueira.
-Onde você dormiu? Sei que não foi com David porque ele ligou hoje cedo pedindo para falar com você.
Senti meu coração dar um pulo. Minhas pernas que estavam cruzadas no braço do sofá agora estavam duras e dobradas enquanto eu me sentava no sofá. O sorriso que estava ali também não estava mais.
- E-ele ligou pra cá?
-Sim, ele é seu ficante, claro que ele liga pra sua casa. Dã-ã
-Ele era meu ficante. Não quero vê-lo nem pintado de ouro.
-Ups!- Franzi a testa com aquilo. Desde pequena quando Camila exclamava um "ups" era porque tinha feito merda.- Então eu não deveria tê-lo deixada subir quando a portaria ligou né...
-Você o que?!
-Foi mal. Eu não sabia.
Fechei os olhos e bufei, tentando arranjar forças para me lembrar que aquilo não era culpa dela.
A campainha tocou logo em seguida e eu olhei para ela com um olhar fuzilante. Abri a porta e voltei para a sala sem nem olhá-lo. Me virei de braços cruzados.
-O que você quer aqui?
-Me desculpa.
Ele disse aquilo calmo de mais. Tão calmo que chegou a me irritar. Fechei os olhos tentando achar forças, forças não, motivos para não voar no pescoço dele e matá-lo. Me virei para Camila, que observava tudo atentamente.
-Camila vai tomar um sorvete ou qualquer coisa.
-To sem dinheiro.
Fui até minha bolsa e tirei 20 euros de lá. Entreguei a ela e ela olhou para mim convencida. Quando vi a porta se fechar pelas costas dela me virei para ele.
-Eu sei que não deveria ter te deixado lá. Mas é que eu me sinto tão mal quando chega o dia da morte delas.- Ele disse nervoso.
-Você voltou para me buscar?-Perguntei calmamente. O silêncio se instalou e não escutei nenhuma resposta. Tudo o que vi foi David de cabeça abaixada.- Acho que nossa conversa está encerrada.
- Espera. Eu gosto de você. Me perdoa, mesmo.
Eu ia dar uma resposta mas meu celular tocou.
-Já vou descer.- Disse ao telefone.
Fui até a porta e a abri deixando claro que não o queria ali.
-Eu tenho um compromisso agora.
Ele veio andando até a porta e parou bem a minha frente.
-Então é assim que acaba?- Ele me questionou.
-Adeus.
Ele saiu e eu bati a porta. Ridículo. A única palavra que o descreve.
***
-Você acredita que ele ainda teve a cara de pau de me desafiar? Que tipo de pessoa sem moral diz "Então é assim que acaba" ? Ridículo!
-É.
Ri sem graça. Por que eu estava falando daquilo com ele? Que vergonha.
-Desculpa Nih. Não quis te encher.- Fechei os olhos.- Pode colocar mais um pouco de vinho?
Ele pôs mais um pouco em minha taça e eu bebi grande parte em um só gole. O silêncio ficou ali por um bom tempo. Bom, silêncio da nossa parte. Restaurantes são sempre tão barulhentos.
-Então...- Ele disse.- Dormiu bem?
-Sim, e você?
-Também dormi bem.
Ficamos em silêncio por mais um tempo. Aquilo estava começando a me deixar nervosa.
- Sobre o que aconteceu ontem...- Dissemos juntos, soltando uma risada sem graça logo em seguinte.
-Fala- Ele disse.
-Eu não sei o que dizer.
- Pois eu sei- Aquilo me assustou um pouco. Ele nunca tinha falado com aquele tom de voz, tão decidido.- Eu gosto de você Mabel. Desde a primeira vez que te vi, naquele corredor de frente daquele babaca. Quando eu estou com você eu me sinto bem, de um jeito diferente. Eu me sinto vivo.
-Nossa!- Foi tudo o que consegui falar. Aquilo com certeza veio de um jeito que eu não esperava.- Eu também gostava de você, muito antes daquela confusão no corredor. Eu gostei de você quando te vi entrar pela porta do colégio com o cabelo todo bagunçado e as bochechas vermelhas. Mas quando percebi que Jude não desgrudava de você pensei que ela fosse sua namorada. Quando ficou claro que não era nada disso já era tarde, eu estava com medo de estragar nossa amizade.
-Nossa!- Foi tudo o que consegui falar. Aquilo com certeza veio de um jeito que eu não esperava.- Eu também gostava de você, muito antes daquela confusão no corredor. Eu gostei de você quando te vi entrar pela porta do colégio com o cabelo todo bagunçado e as bochechas vermelhas. Mas quando percebi que Jude não desgrudava de você pensei que ela fosse sua namorada. Quando ficou claro que não era nada disso já era tarde, eu estava com medo de estragar nossa amizade.
-Nossa!- Agora foi a vez dele, e não pude evitar rir um pouco com aquilo.- Então eu tenho chances?
-Niall, meu coração ainda está ligado ao de Justin. Sinceramente eu não sei.
-O que nós vamos fazer?
Ele estava oficialmente nervoso. Segurava a toalha da mesa com os punhos fechados e estava vermelho. Aquilo me deixava nervosa.
-Talvez deixar rolar.- Foi tudo o que consegui dizer.
O silêncio pairou na mesa por uns instantes até que uma moça e sua mãe vieram até nós. A menina pediu um autógrafo de Niall e a mãe da moça me olhava como se me reconhecesse de algum lugar. Quando estavam para ir embora ela finalmente falou.
-Você não é aquela ex modelo? Eu sou sua fã! Você pintou o cabelo?
-Sim.- Ri sem graça.
-Me dá um autógrafo?
Assenti que sim e escrevi no guardanapo que ela me deu para assinar. Quando elas foram embora o silêncio se manteve ali. Tudo o que senti foi a perna de Niall encostando propositalmente na minha. Usei toda a coragem que vinha guardando em mim para finalmente dizer:
- Acho que nos atrapalharam ontem.
CONTINUA...
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