Are you going to age with grace?
Are you going to leave a path to trace?
Capítulo 9
O carro parou em frente ao colégio e Amanda deu um longo suspiro. Estava morrendo de medi de não conseguir se comportar como Ruby e alguém descobrir. No entanto, os olhos corriam pelo exterior da escola abarrotada de alunos andando por todos os lados.
- Filha?
- Hum?
O olhar ainda estava sobre a escola quando a mãe riu, fazendo a menina voltar a realidade. Alguns carros buzinavam pedindo para que as mulheres se resolverem. Amanda sorriu, dando um beijo na bochecha da "mãe" e desceu do carro. Elena saiu com o carro rapidamente, cessando as reclamações de outros motoristas.
- Bom dia!
Marty estava com as outras meninas na porta do colégio. JJ estava com um sorriso escondido no rosto, mas Amanda preferiu não comentar.
- Tá se saindo bem.
Sentiu-se espionada. Será possível Marty achar que ela estava tentando roubar o lugar de Ruby? Queria tanto sair dessa confusão quanto as outras meninas.
- Marty, você tá tentando dizer alguma coisa?
A menina ficou calada por um tempo, mas fez que não com a cabeça. Logo começaram a andar para dentro da escola, repassando como seria o dia. A primeira aula de Ruby era de História, onde Connor também estava. Ele ajudaria Amanda a se comportar como Ruby, embora estivesse indo bem nisso. JJ e Mariana passariam o resto da tarde após as aulas na biblioteca atrás de livros ou revista sobre a Espanha. E Marty e Tristan tinham uma longa lista de números para quem ligar. Número de pessoas que passaram pelo mesmo que eles.
- Hum?
O olhar ainda estava sobre a escola quando a mãe riu, fazendo a menina voltar a realidade. Alguns carros buzinavam pedindo para que as mulheres se resolverem. Amanda sorriu, dando um beijo na bochecha da "mãe" e desceu do carro. Elena saiu com o carro rapidamente, cessando as reclamações de outros motoristas.
- Bom dia!
Marty estava com as outras meninas na porta do colégio. JJ estava com um sorriso escondido no rosto, mas Amanda preferiu não comentar.
- Tá se saindo bem.
Sentiu-se espionada. Será possível Marty achar que ela estava tentando roubar o lugar de Ruby? Queria tanto sair dessa confusão quanto as outras meninas.
- Marty, você tá tentando dizer alguma coisa?
A menina ficou calada por um tempo, mas fez que não com a cabeça. Logo começaram a andar para dentro da escola, repassando como seria o dia. A primeira aula de Ruby era de História, onde Connor também estava. Ele ajudaria Amanda a se comportar como Ruby, embora estivesse indo bem nisso. JJ e Mariana passariam o resto da tarde após as aulas na biblioteca atrás de livros ou revista sobre a Espanha. E Marty e Tristan tinham uma longa lista de números para quem ligar. Número de pessoas que passaram pelo mesmo que eles.
O sinal tocou e Mariana levou Amanda até a sala de história que ficava ao lado da de inglês, onde teria aula. Connor havia guardado seus lugares no fim da classe, um ao lado do outro. Amanda não disse para ninguém porque acho que seria falta de respeito, mas achava Connor mais bonito que Tristan. Se fosse em sua "época" levaria uma bronca de seus pais por ter esse tipo de pensamentos. Que bom que não era seu tempo. Deu uma risadinha com essa ideia e pode ver Connor concentrado em um papel. Sentou-se no lugar reservado e então o rapaz jogou tudo na mesa dela.
- O que é isso?
- Seu dever de casa. Certo, durante essa aula a Ruby fala de mais. Você deve se referir ao professor com Senhor Curman e quando for falar levantar a mão, não sair falando direto. Geralmente, o careca pergunta se a Ruby concorda, então você pensa e diz se sim ou não. Fora isso, abra a boca o menos possível.
- Ok... Tá tudo bem ?
Olhou pra menina por um tempo antes de fazer que sim com a cabeça. A verdade é que sonhou na noite anterior que Ruby estava presa e pedia sua ajuda desesperadamente, então uma pessoa exatamente igual a menina vinha se aproximando e dava risadas diabólicas antes de se aproximar dele. Sua mente preferiu não ficar no lugar e acordou no segundo seguinte suando frio.
O professor entrou e Amanda praticamente ignorou sua educação ao rir dele. A turma toda olhou para a menina, querendo entender o motivo do risinho baixo e nada discreto dela. Era um homem alto, gordinho e careca com um nariz do tamanho de sua cidade natal. O Senhor Curman perguntou a ela de forma terna se tudo estava bem, e foi então que ela assentiu e sentiu-se mal por seu ato.
- Muito bem alunos, hoje vamos continuar o assunto realeza. Enquanto eu começo a falar, Ruby poderia recolher o dever de casa?
Amanda demorou um pouco para perceber que ele falava com ela, ou a outra ela. De qualquer maneira, se levantou e o professor começou de onde havia parado. Falava de como as pessoas daquele tempo se vestiam e pensavam, como andavam. Amanda se sentou e começou a prestar atenção em tudo o que o homem falava, e então ele começou a falar das corrupções e de como muitas vezes eram injusto. De como os reis mimavam suas filhas e filhos e muitas vezes essas crianças cresciam e ficavam prepotentes. Falou de vários lugares onde a realeza era abusiva e maldosa. De alguns condes e condessas que faziam maldades pelo simples prazer de ver as pessoas sofrerem.
- Pois não Ruby?
Sem que Connor percebesse, a menina havia levantado a mão. Estava com uma cara de quem voaria no pescoço do professor a qualquer instante. Con tentou chamar pela menina, mas ela começou a falar e não havia como despistar Senhor Curman a essa altura.
- O senhor não tem vergonha de falar dessa forma?
O homem estava com uma interrogação na testa, figuradamente falando. Seu olhar mostrava que não podia acreditar no que a menina havia acabado de perguntar. Sua melhor aluna o chamando de sem vergonha.
- Por que pergunta isso? Você mesma estava concordando na semana passada que eles muitas vezes eram maus com as pessoas.
- Muitas vezes não é sempre. Os americanos adoram falar do que nunca viveram. Só falam da realeza dessa forma porque nunca conviveram com ela, se acham os melhores e ficam falando dos outros como se fossem inferiores.
Toda a turma estava olhando para a menina, sem acreditar que a melhor aluna da maioria das aulas estava praticamente xingando o professor. Connor queria levar a menina pra longe dali. Pensou até em chutar sua perna e levá-la até a enfermaria, mas isso apenas a faria ficar com raiva e levaria outra advertência. Tinha muitas e isso com certeza prejudicaria na faculdade.
-Ruby, está tudo bem?
- Na Espanha, em 1850, havia uma rainha chamada Denize DeLafro Zapeta Rodriguez e sua filha, Amanda DeLafro Zapeta Rodriguez. Elas saiam todas as manhãs e distribuíam pães para todos os que encontravam na rua, sendo ricos ou pobres. Havia um orfanato no centro de Altemar, onde elas moravam, e sempre que podia Denize levava a pequena Amanda para brincar com as crianças e passar um tempo com a dona do orfanato, que era amiga da rainha. A princesa cresceu e quando tinha 16 anos se apaixonou perdidamente por um plebeu da cidade vizinha, onde passava um tempo para ajudar os enfermos com o sacerdote da cidade.
Todos olhavam para a menina, que tinha lágrimas nos olhos. Seu olhar estava sobre Connor, tentando dizer a ele que havia se lembrado de tudo. O professor estava sentado, ouvindo tudo o que a aluna estava contando.
- O problema é que naquela época a tia da menina havia espalhado um boato sobre a rainha e a princesa, porque sempre teve inveja de sua irmã ter sido a mulher do rei e não ela. Por conta desses boatos horrendos, a menina teve que fugir e com a mãe e deixar o amor de sua vida pra trás. Quando ela voltou já tinha 22 anos, tinha ido escondida com a mãe para o enterro do pai que morreu de uma peste que assombrava o local. A primeira coisa que ela fez na noite, foi ir atrás do homem por quem havia se apaixonado. Quando chegou onde ele morava olhou pela janela, o homem que havia jurado amor eterno a ela estava dançando abraçado com a uma mulher com uma barriga enorme. Ela estava grávida dele, eram marido e mulher. Ela chorava muito e quando ia fugir dali, o melhor amigo do rapaz que também era seu amigo enfiou uma faca na barriga da menina. Havia uma recompensa para quem conseguisse capturar a rainha ou a princesa, vivas ou mortas.
A menina chorava e podia jurar que muitos também estavam chorando. O professor observava a história atento a cada palavra da aluna.
- O que eu quero dizer com isso, professor, é que não importa se as pessoas são da realeza ou não. Caso uma pessoa tenha um mau caráter vai fazer coisas ruins a quem tiver que fazer.
- Por isso você é minha aluna favorita.
***
- Você acha que eles estão se saindo bem?
Marty pensou por um segundo na pergunta de Mariana. Tinha quase certeza que sim, já que Amanda estava disfarçando tão bem. A verdade é que tinha medo da menina se apegar a ter a vida de volta e não querer trazer Ruby de volta.
- Acho que sim.
Alguns minutos depois o sinal bateu e todos se encontraram no pátio do colégio. Amanda ainda tinha o rosto meio inchado pelas lágrimas que havia derramado à alguns instantes, o que fez Marty se preocupar um pouco.
- Vocês não vão acreditar.
Connor ainda estava incrédulo com tudo o que havia acontecido na aula de história. Começaram a contar tudo, desde o início da aula. Quando a história chegou ao fim, todos estavam de boca aberta. Amanda ainda tentou explicar como se lembrou de tudo, mas ela mesma não entendi. Disse aos amigos que apenas se indignou com o que o professor estava falando e começou a falar e falar, se surpreendendo a cada palavra que saia de sua boca.
- É uma história e tanto.
JJ estava assustada com aquilo. Isso ajudaria nas pequisas sobre quem era Amanda. Embora agora soubessem quem ela era, ainda tinham dúvidas. Além disso, JJ tinha a vontade de saber o que houve com a rainha, a tia e o namorado de Amanda.
A verdade é que quanto mais tinham respostas, mais perguntas apareciam.
Continua...
Galera do meu coração!! Espero que estejam gostando da fanfic, e não se esqueçam de mandar pra todos as suas amigas.
Queria pedir também pra vocês darem uma olhada no trailer e dizer o que acham dele. O link é :
Sigam @FanficHelps para divulgação de fanfic e avisamos quando tem atualização. Também fazemos capa e trailer.

Nenhum comentário:
Postar um comentário