But oblivion is calling out your name
You always take it further than I ever can
You always take it further than I ever can
Capítulo 10
-Eu tenho uma lista de números de alguns casos parecidos com o nosso.
Tristan e Marty estavam sentados na biblioteca à procura de como trazer Ruby de volta. A luz branca do local reluzia pela mesa dos dois, fazendo com que a menina sentisse uma pontada de dor de cabeça.
-Então podemos fazer assim, dividimos a lista e procuramos os endereços dessas pessoas na internet. Quem são, onde moram e tal. Acho melhor aparecermos sem ligar.
- Não sei Tris, acho melhor ligar e tentar conversar com essas pessoas. É uma história muito complicada, não acho que só aparecer e dizer " Oi, meu nome é Marty e eu quero trazer o seu passado de volta,, já que minha amiga está com o mesmo problema que você teve e que provavelmente acabou com a sua vida."
Tristan ponderou por um segundo. Marty estava sendo um pouco exagerada, mas estava certa. Logo depois que concordou com a menina começaram a dividir a lista e a ligar para as pessoas.
***
JJ empurrou a grande porta de vidro e entrou no local. O silêncio era absoluto e as duas meninas precisavam exatamente disso na provável longa tarde que teriam. BIBLIOTECA MUNICIPAL STEVE PARK estava em um letreiro bronze enorme no centro do lugar. Vários livros estavam acoplados no andar de cima, e outra desses livros e algumas várias revistas no andar de baixo. No saguão, uma bibliotecária baixinha de óculos pendurado no nariz estava atrás de um balcão de madeira. A biblioteca era velha e bem preservada.
- Boa tarde. Será que você pode me ajudar ?
- Claro docinho, pra isso que estou aqui.
- Vocês tem revistas ou documentos bem velhos? Tipo do século XIX?
- Bem poucos, mas temos. Temos alguns britânicos, americanos, brasileiros e bem poucos espanhóis.
- Espanhóis, é desse mesmo que eu preciso.
- Documentos mesmo nós não temos muitos, mas vários folhetins. Uma aluna bem antiga daqui da cidade tinha algum parentesco com a família real dessa época. Ela trouxe alguns documentos da família e tudo mais.
- Parentesco com a família real... Você se lembraria do sobrenome dessa moça?
- Ah minha filha, já tem tanto tempo... Sabe como é, a idade vai chegando e as lembranças dão tchau à nossa cabeça.
- Tudo bem, a senhora ajudou bastante. Se lembrar de alguma coisa...
A velha moça deu um sorriso e as meninas foram em busca da princesa Amanda. Seria uma procura loga e cansativa, já que é uma história bem antiga. Mas elas encontrariam as informações que precisavam.
***
- Partiu cinema?
- O que?
Connor deu uma leve risada da cara que a menina fez. Embora aquele fosse o corpo da amiga, as caras eram totalmente diferente das que costumava fazer. Os cabelos da menina esvoaçavam no vento que entrava pela janela aberta do carro. Os amigos estavam cumprindo com suas partes, e ele... Bem, também estava.
Tentou explicar o que era cinema, mas a menina ficou confusa e ele achou melhor mostrar o que era. A fila era relativamente pequena, já que era dia de semana e de tarde. Compraram a pipoca e entraram na sala se sentaram e Amanda estava ansiosa. Aquele lugar era totalmente diferente de todos onde já havia estado; na verdade, tudo aquilo era muito novo e diferente para ela. Quando o filme começou, foi possível ver uma luz nos olhos da garota. Soltou até um gritinho baixo , que apenas Con conseguiu ouvir e soltou uma risadinha pela reação da garota.
Ela, no entanto, só conseguia se concentrar em toda a magia que a tela proporcionava a uma pessoa do século XIX. Era simplesmente impressionante em como o mundo havia evoluído tanto. No tempo em que vivia, tudo o que queriam era que os cavalos aguentassem mais tempo de viagem. Os que sonhavam mais alto, como seu tio, eram tidos como malucos.
***
Desligou o telefone e olhou ara o amigo, que fazia o mesmo. Bufou irritada. A bunda já estava quadrada e a boca cansada de falar tanto. Desligaram tantas vezes sem dizer nada que ela tinha pena de seus ouvidos.
- Quantos da sua lista?
- Uma, e da sua?
- Um. Eric.
Os dois massagearam as têmporas, cansados. Já era passado das 4 horas da tarde e ainda estavam ali. Tristan se levantou e foi até a cantina, tentar comprar um café para os dois. Marty ficou lá, olhando para a lista. Tantos nomes e nem todos conseguiram trazer as pessoas de volta e antes que conseguissem contar o que aconteceu depois, choravam e não conseguiam mais falar. Estava desesperada por antecipação, com medo de Ruby não voltar. Eric era o nome de sua salvação. Morava na cidade vizinha, 3 horas de viagem e muito café. Ele conseguiu conversar com a menina até o final e prometeu ajudar em toda a situação que o grupo de adolescentes havia se metido.
Tristan voltou com um grande copo de capuccino e a menina agradeceu aos céus. Juntaram todas as coisas e fora para o carro de Marty, já que Connor e Tris dividiam o mesmo carro e o menino tinha saido com o deles. Contariam tudo o que sabiam na volta pra casa dos meninos.
-Você primeiro.
-Eric. Esse é o nome da nossa salvação.
Continua...
Gente!! Desculpa pela demora, mas eu ganhei um not e acho que agora vai ser mais fácil. Eu também to estudando muuuuito e como não sei o que vocês pensam sobre a fic fica mais complicado pra escever. Bem, é isso ai, até a próxima!
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